Profecia da Bíblia sobre a Síria está deixando o mundo em choque.
Vejam:
Depois
dos bombardeios americanos na Síria, o mundo se pergunta se não
estamos a um passo da terceira guerra mundial.
Para
muita gente, a profecia bíblica que supostamente prevê o fim do
mundo está para ser cumprida.
Esta
declaração prediz a destruição de toda a nação da Síria, não
só da capital, Damasco.
“Desaparecerá
a fortaleza de Efrain e a soberania de Damasco e o resto da
Síria”, diz
o texto que assinala ainda que, quando a Síria for destruída,
também o povo de Israel vai perder toda a sua força e suas
riquezas.
Segundo
alguns analistas políticos, esse cenário é bastante realista. “Se
o governo sírio cai e os islamistas chegam ao poder, a segurança de
Israel será consideravelmente prejudicada”, declarou
o analista militar russo Igor Korotchenko.
Vale
destacar que são múltiplas as análises sobre se os versos de
Isaías falam do futuro ou do passado. Muitos argumentam que a
profecia já foi cumprida,ao menos parcialmente, quando os assírios
derrotaram os arameus e ocuparam a sua capital, Damasco, no ano 732
antes de Cristo.
“O
contexto deixa claro que a cidade cai em mãos dos assírios, o atual
Irã, enquanto hoje em dia esses dois países – Síria e Irã –
são aliados fiéis”, explica
Robert Mulholland, professor do Seminário Teológico de
Asbury, nos Estados Unidos.
No
entanto, muitos blogs e páginas da internet especulam que se trata
de um presságio sobre o futuro, já que em nenhum momento de sua
história Damasco ficou despovoada: é a cidade mais antiga do mundo
continuamente habitada.
“A
situação da Síria descrita nos versos de Isaías poderia ser algo
que estamos vendo nesse momento”,comenta
o pastor Gary Cristofaro, de Melbourne, que adverte no entanto
que é preciso ser muito cauteloso na interpretação dos textos
bíblicos.
Seja
como for, desde que o anterior presidente americano Barack Obama
solicitou ao congresso autorização para ações militares contra a
Síria, uma grande parte dos norte-americanos está realmente
muito assustada com a perspectiva de um novo conflito bélico.


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